1ª CICLO TRILHA DE TAMANDARÉ À S. J. DA COROA GRANDE

8 02 2010

 

 A realização da 1ª CICLO TRILHA DE TAMANDARÉ À S. J. DA COROA GRANDE, foi um sucesso, os 19 aventureiros aproveitaram ao máximo a beleza daquele lugar incrível.

 A pontualidade do grupo nos proporcionou fazer a trilha dentro do tempo previsto, o que foi de extrema importância com relação ao horário da maré em dois pontos do percurso, parabéns a todos os participantes.

Os aventureiros viveram momentos de contemplação em diversos locais da trilha, como a chegada à praia do Porto por cima da pedra a beira mar de onde se tem a  visão da Ilha de Pedra, na descida que dá acesso ao cume da pedra do Ouriço de onde se tem a maravilhosa vista do estuário do Rio Una com suas ilhas, manguezal, praia do Paraíso do Una e a praia do Gravatá. O retorno a praia do Porto por cima da pedra do Cavalo, que na sua base se encontra com o Maceió onde os barcos nos aguardavam para fazer um delicioso passeio entre o manguezal até encontramos o rio Una, que a partir desse ponto, segue paralelo ao mar, de onde vinha uma brisa fresca para aliviar o calor, foi a hora de relaxar e contemplar. 

Um grupo animado e divertido uns muito aguerridos para enfrentar as dificuldades do percurso e outros que apesar da pouca experiência em trilha, chegaram ao final, juntos com tranqüilidade, depois de aproveitar esse lugar incrível e ainda preservado no litoral sul de Pernambuco.

Valeu a aventura e até a próxima aonde a NÔMADE AVENTURAS vai levar você a novas fronteiras, afinal a aventura é NÔMADE!

Por:

Fernando Dornelas Paes

           

            

           

           

           

           

           

           

REALIZAÇÃO:

FOTOS DA TRILHA: 

http://picasaweb.google.com/nomadeaventuras/1CILCOTRILHADETAMADASJDACGRANDESELECAO?feat=directlink

FOTOS DOS PARTICIPANTES:

http://picasaweb.google.com/nomadeaventuras/PARTICIPANTESTAMANDARESJDACOROAGRANDE?feat=directlink





NÔMADE E VENTURE BIKERS EXPLORANDO UMA NOVA TRILHA: TAMANDARÉ – PRAIA DO PORTO

27 12 2009

 

Há bastante tempo vinha paquerando essa trilha pelo Google Earth, e como estou com pouco tempo para pedalar, estava louco prá fazer trilha e como nesse mesmo dia sábado 05/12/2009 seria a confraternização do Venture, só que a noite, achei, que dava pra chamar alguns poucos malucos por aventura e explorar uma nova trilha completamente desconhecida nunca antes pedalada por nós.

 Encontramo-nos eu, Sérgio Lopes, Sérgio Falcone, Geyse, Catariana e Cláudio e seguimos para Tamandaré, chegando lá, ao começar a arrumação das bikes e de nós, percebi ter esquecido a bolsa que levo de cintura e as meias. Fui a uma loja perto e comprei meias e coloquei um Camelbak que tinha, mais sem ferramentas, alimentos, lanterna, dentre outras coisas que costumo levar.

Em virtude do atraso, por conta do esquecimento, iniciamos nossa aventura às 10h42min. Ao sair, tentei um caminho por terra até o local onde realmente se iniciava a trilha já fora da área urbana de Tamandaré, mais só conseguimos chegar por terra até a parte de traz do Forte de Santo Inácio de Loyola e logo após, retornamos ao calçamento.     

Começamos a sair da área urbana e logo encontramos a primeira ponte rústica de troncos de madeira. No inicio uma estradinha sinuosa e com algumas elevações e descidas onde geralmente havia areia fofa, que aos pouco e com a temperatura mais alta, nos mostrava o nível de dificuldade até então, desconhecido por nós.

Quando paramos um pouco para aguardar Geyse e Falcone, o Cláudio nos mostrou a posição correta para se observar se o quadro da sua bike esta com empeno ou não, pra mim, parecia um jogador de futebol americano em posição de ataque ou ele estava querendo é fazer outra coisa!

Continuamos passando por coqueiral e mata até chegarmos à última ponte de troncos que dava acesso a praia. Ao chegar à beira mar, a recompensa de todas as dificuldades encontradas até ali, uma vista maravilhosa da praia do Porto com mar calmo verde-azulado e ao sul no final da praia a ilha da Pedra com o seu coqueiro solitário no centro, simplesmente maravilhosa a visão. Todos ficaram parados apreciando a vista e a tirar fotografias.

Seguimos pedalando pela praia até chegar à ilha, que na maré baixa, se chega pedalando, e novamente ao chegar lá, mais fotografias e observar os golfinhos que circundavam o local, teve até bicho Catarina preguiça, que escalou o coqueiro, pondo em risco de derrubar a palmeira, mais tudo bem ela desceu e o coqueiro respirou aliviado!!! Kkk!!!

Continuamos pela praia até um morro que adentra o mar, desviamos por traz e do outro lado havia um pequeno lago formado com as águas que vinham do Rio Una por um pequeno igarapé. A partir desse local, teríamos que deixar a praia e entrar na mata que vai margeando o mangue até o ponto onde encontramos a entrada que por mais uma ponte de troncos nos dava acesso ao outro lado do mangue, só que logo de cara, uma ladeira de uns 50 metros que parecia um paredão, íngreme e cheio de erosões e pedras, só eu e Falcone conseguimos subir pedalando, com muito esforço, ao seu final estávamos em cima de uma enorme pedra que ficava ao lado do pequeno lago, local que nos dava ótima vista da praia e do lago.

 Continuamos até o local onde fui procurar andando outra passagem que deveria cruzar outro mangue até encontrarmos um conjunto de casas que vi pelo TIO GUGU “Google Earth”, depois de encontrar outro caminho muito travado, voltei para o grupo e ao chegar, pareciam estar falando em código, só diziam X1, X2 pra lá e pra cá, e não paravam de rir!!!

Tudo bem, sem entender nada, decidimos seguir em frente e contornar o mangue até encontrarmos as casas, local onde talvez tivesse algum boteco pra beber algo e descansar um pouco. Quando chegamos ao local, era uma fazenda com cara de abandono, com telhados caídos e só uma casa com moradores, nada de Boteco.

Continuamos e mais uma vez, outra travessia de mangue e a seguir, uma estrada onde encontramos o maior desafio uma subida com 550 metros e um desnível de 70 metros, dessa vez não consegui subir, mais Claudio, Catarina e Sergio Lopes e Geyse, conseguiram. Ao final da subida, uma enorme mansão no meio da mata, com uma enorme varanda em arcos e toda de vidraças na enorme sala que dava pra ver estava sem moveis, completamente vazia e abandonada. Falcone seguiu na frente e foi ver se havia um local para tomar um banho e nos refrescar do calor, e nos passou pelo rádio que encontrou um chuveirão, fomos todos para lá, mais no chuveirão, nada de água, até que alguém viu uma grande torneira no teto, seguramos a bike de Falcone, ele subiu no quadro e que alegria, parecia uma cachoeira de tanta água e gelada, a festa foi geral!

Como até ali, não tínhamos encontrado nenhum local de apoio, como boteco, bar ou coisa parecida, perguntei ao caseiro da mansão se havia algum bar por perto, ele nos informou que havia um na praia do Porto, como nós passamos pela beira mar, na nossa vinda, não deu pra ver nada, como nosso roteiro previsto na volta era pela mata e não pela praia, íamos tentar encontrar o bar. Depois do banho fizemos um lanche e seguimos.

Começamos descendo um single track até uma bifurcação onde seguimos à direita onde encontramos o início da enorme pedra por onde deveríamos descer até a mata na margem do rio Una. Ao chegarmos à cima da enorme pedra, mais uma vez paramos para tirar várias fotografias, do Rio Una, da praia do Porto e Gravatá e o encontro do rio com o mar, indescritível!

 Desci caminhando pela pedra para ver por onde dava pra passar com as bikes e saber se havia como pegar a estrada abaixo da pedra na mata as margens do rio. Quando já estava perto da mata procurando um local que desse pra passar, me assusto com o Claudio descendo de bike atrás de mim. Como não encontrei saída da pedra para a mata, pedi ao Cláudio que fosse de bike até as outras pedras ao lado para tentar encontrar a saída e subi pra pegar minha bike e pelo radio me comunicava com ele pra saber se havia encontrado algo, como não encontrou, retornou ao nosso encontro. Decidimos retornar até onde o single que fazia a bifurcação e seguir pela esquerda, começamos a descer, novamente por uma trilha coberta e erodida até chegar a outra enorme pedra com uns 100 metros de comprimento por 50 de largura, seguimos um pouco por cima dela até que vi uma entrada na mata, paramos e entrei para ver se chegava até a estrada, e deu certo, passei o rádio para o grupo avisando para entrarem na mata.

Daí em diante foi mangue, coqueiral, mata, single track e estradinha, até começar a ouvir os delírios dos esfomeados, o Cláudio sonhado com uma pizza e do outro lado o Sérgio Lopes sonhando com uma picanha, um pouco mais a frente, num coqueiro a beira da estrada eu achei que estava tendo uma visão que não era verdadeira, uma placa pequena com o nome grande “BAR” foi uma verdadeira festa com muita gritaria!!!

Ao chegar ao local do bar, em local plano e bastante ventilado, sombreado por vários cajueiros, onde estavam as mesas e um gostoso chuveiro encostado no pé de Caju. Ao sentamos e dar uma olhada no cardápio, o sonho e desejo do nosso amigo Sérgio foi atendido, “PICANHA”. Iniciamos pelo caldinho de feijão, e ao som do PINK FLOYD, que tocava o no bar, pedimos o nosso almoço, já eram cinco da tarde. Os pratos são muito bem servidos, só pedimos petisco, entre peixe e picanha ainda sobrou comida. Esse local era realmente o que faltava para completar essa trilha até aqui, irretocável. Deu trabalho pra sairmos de lá!

Começou a escurecer quando nos aprontávamos para sair, não podíamos seguir pela praia, a maré já estava alta, e no nosso roteiro pré-determinado, tínhamos que seguir por um single na mata que contornava o último morro que fica próximo a ilha da Pedra. Nessa hora com cuidado e atenção, seguimos pela mata com o Cláudio na frente com uma lanterna na mão e na parte de traz, só Geyse tinha farol. Seguimos lentos por um single sinuoso e com algumas leves subidas mais com dois downhill radicais, adrenalina noturna!!!

Chegamos a um descampado com coqueiros e seguimos paralelo ao mar até chegamos a estrada por onde tínhamos vindo para a praia do Porto. Desse ponto em diante, a lanterna de Cláudio que tinha trinta minutos de garantia de funcionamento, apagou, mais mesmo assim, chegamos ao final de nossa trilha sem nenhum problema.

Finalmente, às 19h25min chegamos à praça perto da praia onde deixamos nossos carros. Trilha testada e aprovada por todos!!!

To doido pra fazer de novo com o restante da galera, aos que foram Falcone, Geyse, Sérgio Lopes, Catarina e Cláudio, valeu mesmo, vocês são aventureiros de primeira linha!!!

 

DADOS TECNICOS:

Velocidade Máxima 39,6 Km/h

Velocidade Média – 8,8 Km/h

Velocidade Média Geral – 3,1 Km/h

Quilometragem – 28,5 Km

Tempo em deslocamento – 3h13min

Tempo parado – 5h59min

Tempo Total – 9h12min

POR:

Fernando Dornelas “NÔMADE AVENTURAS”

 

REALIZAÇÃO





Nova Agenda 2010

14 12 2009

Pessoal, em breve, a NOMADE AVENTURAS estará divulgando a nova agenda para 2010, AGUARDEM!

Teremos muitas novidades entre trilhas, viagens e muita diversão…

Fernando Dornelas





2ª CICLO-EXPEDIÇÃO ECOLOGICA AO VALE DO CATIMBAU

10 06 2009

 

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Nos dias 7 e 8 deste mês, a NÔMADE AVENTURAS foi novamente ao Parque Nacional do Vale do catimbau para fazer duas trilhas, uma de bike e outra a pé, reunindo um grupo muito legal, divertido e consciente.

A nossa idéia é a de que em breve teremos viagens assim todos os meses, compartilhando nossa experiência e conhecimento com todos aqueles que sabe valorizar a natureza em toda a sua plenitude.

Logo teremos aqui uma resenha completa dessa aventura maravilhosa.

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Valeu galera!!

Uma realização da

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Trilha Barreiros – São José da Coroa Grande

31 01 2009

 

Simplesmente PERFEITA!!!

Sem exagero, quem foi talvez até ainda ache o adjetivo pouco para representar o que foi essa trilha… Paisagens maravilhosas, terrenos para todos os gostos e o grupo afinadíssimo, do começo ao fim, com ciclistas de vários grupos como Zona Sul, Ciclo Adventure, Venture Bikers e até do jovem Tropa de Elite…

Para quem não foi, lamentamos apenas, pois perderam uma das mais belas trilhas de Pernambuco.

Não percam a proxima aventura da Nômade…

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Aguardem a resenha completa e logo disponibilizaremos o album com todas as fotos.

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