PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CATIMBAU

7 06 2010


VALE DO CATIMBAU
o que falar desse lugar único fica realmente difícil descrever e principalmente depois de ouvir de alguns dos que participaram da 3ª CICLO EXPEDIÇÃO E TREKKING ECOLÓGICO AO VALE DO CATIMBAU, que ainda estavam anestesiados com o Catimbau.

O local que infelizmente é pouco conhecido entre os próprios pernambucanos é o segundo sítio arqueológico do Brasil perdendo o titulo para a Serra da Capivara no Piauí.

Tivemos dois dias de aventuras no vale, no primeiro de bike fomos de Van até a casa do artesão José Bezerra que faz escultura com raízes e tronco de arvores, lá a van ficou e saímos em direção a Igrejinha uma pedra esculpida pelo vento e água e com um grande buraco no meio em formato de um olho na perpendicular. Ao chegar à pedra a maioria dos participantes não se conteve e escalou até o topo, lá de cima uma visão marcante do vale onde dava pra ver ao longe a cidade de Arco Verde. Depois de muitas fotos escalando, entre fendas e alguns que ficaram em reflexão, iniciamos nossa volta até a casa de outro artesão Luiz de Benicio que também faz escultura em madeira mais num estilo diferente e mais esmerado.

Logo em seguida a parada, entramos numa trilha no meio da Caatinga em direção a localidade de Serrinha que fica próximo à beira do chapadão onde havia uma casa de farinha que nós visitamos para conhecer na companhia do morador local que gentilmente nos mostrou o local. Do local também tínhamos a vista no vale abaixo o morro do Chapéu e da Andorinha. Continuamos mais um pouco até encontrar um single bem fechado até chegarmos a um lajeio enorme onde deixamos as bikes e caminhamos até a beira do precipício de uns 200 metros de altura, alguns como o Ricardo veio reclamando por conta dos espinhos da vegetação dizendo que se não valesse a pena o local ele ia matar o guia, ou seja, eu! Mais ao chegar à pedra que ficava na beira do Cânion ele e os outros ficaram extasiados a beleza do lugar. Demoramos um pouco para poder sair dali alguns queriam ficar mais tempo.

Voltamos para as bikes e seguimos por estradinha com um pouco de areia até encontramos a estrada de cascalho que nos levaria de volta ao local onde ficou a van. Hora do lanche, salada de fruta, água e continuar o nosso caminho para a vila do Catimbau que ficava a dez quilômetros dali e com 9 km de descida, uma maravilha para a maioria que queria um pouco de adrenalina, ao chegar à vila tava tudo com olhar eufórico, tinham acabado de tomar um remédio contra o tédio.

Final de trilha e agora almoço na Pousada de dona Zefinha com comida caseira de primeira qualidade, teve gente que voltou até Buíque elogiando o tempero.